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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Pensamento para o Dia 13/09/2011

“Enquanto a alma liberta supera os impulsos, uma pessoa comum cultiva-os. Pode-se usar impulsos puros para remover os impuros, mas no devido tempo se deve descartá-los também, assim como o espinho que é usado para remover outro espinho também é jogado fora. Se você deseja alcançar a Auto Realização, não é suficiente controlar os impulsos; você deve extirpá-los completamente. 


Assim como os negativos, os impulsos bons também levam a escravidão. Isso significa que mesmo o mais puro desejo - ânsia por libertação-, deve ser abandonado eventualmente. Deve-se atingir o estágio onde nem bom nem ruim atrai ou repele, pois uma algema é uma algema, seja ela de ferro ou de ouro. Então, se você deseja realizar Deus, você deve erradicar seus impulsos, conter a mente e se esforçar para compreender o Princípio Divino fundamental.”


Sathya Sai


Om Sai Ram!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Pensamento para o Dia 08/09/2011

“A árvore gigante chamada mente possui duas sementes: impulso (Vasana) e respiração (Prana). A semente se torna árvore; a árvore produz a semente. A respiração se move por causa dos impulsos; os impulsos agem por causa da respiração. Se um desses é destruído, o outro também é. Então, para purificar os impulsos e tornar a mente livre das influências negativas; a ignorância (Ajnana) deve ser convertida.

A ignorância não existe sozinha; ela tem um filho: o ego ou egoísmo (Ahamkara), um demônio. Esse demônio tem dois filhos, apego ou paixão (Raga) e impulso (Vasana). Eles são irmãos estreitamente relacionados. Através do apego, têm-se os sentimentos de eu e meu; os sentimentos provocam o desejo e os desejos geram preocupação. Portanto, você deve remover o ego e o apego e os impulsos devem ser aniquilados. Através de meditação e de práticas espirituais, você pode superar a ignorância, o ego, o apego e purificar os impulsos. Isso o tornará liberto.”

Om Sai Ram
Baba di Shirdi

Sathya Sai

domingo, 4 de setembro de 2011

Pensamento para o Dia 5 de Setembro

“Professores! Vocês devem inspirar seus alunos pelo seu exemplo. Devem combinar a prática com o preceito, como o instrutor físico que demonstra os exercícios que os alunos devem realizar. Transmitam aos seus alunos os ensinamentos de almas grandes e nobres.

A educação deve ser para a elevação. Não deve ser para a obtenção de diplomas para ganhar a vida, mas deve ser uma preparação para uma vida benéfica. Vocês devem ensinar aos alunos a observância da disciplina, da humildade e do respeito, e incutir neles o espírito de serviço à sociedade e o senso de companheirismo. Façam seus alunos absorverem confiança e coragem.

Unifique-os através do amor. Que não haja espaço para ciúme, raiva ou ódio dentro de vocês. Ensinem aos alunos os três P’s: Pureza, Paciência e Perseverança. Armado com essas três qualidades, seus alunos podem proteger a nação melhor do que qualquer exército ou bombas atômicas. Quando a Verdade e a Justiça forem protegidas, a nação estará segura.”

Sathya Sai

Apelo ao divino

Os principais sistemas de crença fazem da oração uma reverência

  BUDISTAS
Tanto em casa quanto no templo, a prece é feita diante de um relicário com a imagem de Buda, cercado de velas, incenso e flores. Para rezar, o budista junta as mãos, se ajoelha e se curva três vezes diante da imagem. Depois, faz as oferendas (flores, velas e alimentos), que simbolizam o ciclo da vida, a luz dos ensinamentos e a gratidão

CATÓLICOS
A religião contém duas orações básicas; o Pai Nosso e a Ave Maria. Muitas vezes, o fiel reza com o rosário de 165 contas, correspondente a 15 vezes a primeira prece e 150 a segunda. Ao terminar, faz o sinal da cruz. O católico geralmente reza ajoelhado, com as mãos unidas.

JUDEUS
As preces estão na chamada Torá, o livro sagrado do Judaísmo, e podem ser seguidas pelo pedido de perdão, feito diretamente a Deus, sem intermediários. Sentado no banco da sinagoga, cada fiel tem seu próprio livro de orações. Conforme a seqüência de preces, ele alternadamente levanta-se e se ajoelha, depois volta a sentar. Os homens têm de usar uma pequena touca, o solidéu, em sinal de respeito a Deus

HINDUÍSTAS
Não existem regras no Hinduísmo, mas em geral o devoto reza sentado sobre uma almofada na famosa posição de lótus: com as pernas cruzadas e a coluna e a cabeça eretas. Antes de iniciar a prece, ele fecha os olhos e coloca as mãos sobre as pernas. Alguns usam um rosário de 108 contas

MUÇULMANO
O fiel deve rezar todo dia em cinco horários: 5:00, 12:30, 16:00, 18:30 e 20:00. Para isso, ele entra na mesquita sem sapatos e se encaminha à Sala de Oração, que ocupa a ala de um jardim aberto. No centro do jardim, fica o poço de purificação, para ele se lavar antes da prece. No muro que dá para Meca há um nicho, o mihab, que indica a direção para a qual se deve rezar. Durante a oração, o fiel se inclina para a frente, prostrado no chão, em sinal de respeito ao Criador. A testa toca o tapete especial para esse ritual (cada um deve ter o seu e cuidar de mantê-lo sempre bem limpo)

Om Sai Ram!

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-rezam-as-diferentes-religioes-do-mundo

Pensamento para o Dia 4 de Setembro

“A realização da vida consiste na realização do Atma-sakshathkara (Eu Divino). Para conseguir essa realização, deve-se estar inteiramente livre dos impulsos (Vasanas). 

Moksha (Libertação) é, no verdadeiro sentido do termo, a liberdade da escravidão desses impulsos.
Essas tendências são de dois tipos: benéficas e maléficas. 

As tendências benéficas estão saturadas com santidade; as maléficas alimentam a mente e a tornam mais e mais incontrolável e instável; elas se espalham e fortalecem o desejo de prazer material. 

Se os impulsos benéficos (Vasanas Shubha) são incentivados e cultivados, os impulsos maléficos não se multiplicam e não aprisionam a mente por tempo indeterminado; eles assemelham-se a sementes fritas que não brotarão. 

Se você se fixar aos impulsos beneficentes, você pode facilmente adquirir o conhecimento do Divino.

Ilustrações de impulsos benéficos são um resultado de atividades como a associação com Mahatmas (grandes almas), reverência ao grande, conversa com ele, seguindo seus conselhos e praticando a caridade, fortaleza, amor, paciência, verdade, coragem, continência, não violência , etc.”


 
 Sathya Sai

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Como rezam as diferentes religiões do mundo?


A prece é um elemento universal da espiritualidade humana, encontrada em todas as tradições religiosas. Cada uma delas segue seus próprios rituais, mas o objetivo é o mesmo: comunicar-se com a divindade, em uma atitude de devoção e máximo respeito.

"Antes mesmo de existirem sistemas de crença constituídos, o ser humano proferia palavras de apelo ao Criador, sempre com o sentido mágico de obter paz interior e alívio para o sofrimento", diz a antropóloga Liana Maria Sálvia Trindade, da Universidade de São Paulo (USP), especializada no estudo das religiões. Conforme a doutrina, o rito pode incluir ainda adereços especiais. No Judaísmo, por exemplo, é obrigatório o uso do solidéu.

"O homem tem que ser humilde diante de Deus, jamais pode mostrar a cabeça dentro da sinagoga ou quando reza", diz o rabino Yekuda Busquila, da Congregação Israelita de São Paulo. Os muçulmanos, por sua vez, pedem graças ao Criador depois de rezar, ato que, entre eles, obedece a uma série de regras. O fiel tem que orar sempre voltado para a Meca, cidade da Arábia Saudita onde está seu principal santuário. Além disso, só é permitido rezar em locais limpos, daí a utilização de um pequeno tapete. "Ele pode ser carregado para qualquer parte e é uma garantia de que se está rezando sobre um local puro, já que o dono do tapete sabe que ele está limpo", explica o xeique Ali Abdune, presidente da Assembléia Mundial da Juventude Islâmica. 

Já no Catolicismo, o ritual pode ser feito tanto em particular quanto na igreja, durante a missa. Ao final da prece, é obrigatório fazer o sinal da cruz. "Jesus Cristo ensinou assim e por isso devemos seguir esse preceito", afirma o padre Eduardo Coelho, da Arquidiocese de São Paulo.

No Budismo, a oração busca não só aproximar o homem de uma realidade superior, como ajudar o praticante a desenvolver qualidades típicas do Buda como a calma, a alegria e o amor. "É uma forma de trazer bênçãos protetoras para o dia-a-dia, apesar de nem todas as vertentes do Budismo adotarem a prece", diz Peter Harvey, professor de Estudos Budistas da Universidade de Sunderland, na Inglaterra.
 
Sua religião-mãe, o Hinduísmo, também não prevê uma forma única de orar. Para eles, a prece é importante, mas não obrigatória. "Nessa conversa mental com a divindade, o hindu fecha os olhos para que todos os seus sentidos fiquem voltados para seu mundo interior. Assim, ele pode ascender a patamares mentais superiores", afirma Swami Nirmalatmananda, presidente do templo Hama Krishna Vedanta, em São Paulo.

Om Sai Ram!
Série: Religiões

Pensamento para o Dia 1º de Setembro

“Vinayaka é a personificação da inteligência. Você será confrontado com muitos obstáculos (Vighnas) na jornada da vida. Orações oferecidas a Ganapathi - que é mais conhecido como Vighneswara - irão ajudá-lo a remover tais obstáculos e minimizar impedimentos.
O Amor é o elemento mais importante na vida. Somente através do amor você pode unificar o mundo. É a ausência de amor que é a causa do ódio. É esse ódio que está minando a natureza humana. Apesar do fato de ser difícil nutrir ódio, embora seja mais fácil promover o amor, as pessoas estão engajadas em fazer o que é difícil.
A partir de hoje, abandone o egoísmo (Swaartha), direcione sua mente para o Supremo (Parartha), leve uma vida de Verdade (Yadaartha) e a santifique. Coloque sua fé em Deus e faça seu dever com o melhor de sua capacidade. Sature-se com amor e compartilhe-o com todos. Se você ganhar o amor de Deus, mesmo na menor proporção, você experimentará alegria infinita.”

Sathya Sai