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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Pensamento para o dia 29/09/2011




“Para se concentrar eficientemente, coloque sua atenção em uma forma que lhe dá contentamento. Sente-se em postura de lótus (padmasana) e fixe os olhos na ponta do seu nariz. 
No início, pratique a meditação por um minuto; em seguida, por três minutos. Poucos dias depois, tente por seis minutos e depois de algum tempo, durante nove minutos. Assim, a concentração deve ser reforçada de forma gradual, sem pressa indevida. Lentamente, a mente pode ser mantida por até meia hora; essa disciplina deve ser desenvolvida de forma constante. 
Com a prática, a mente ficará fixa e o poder de concentração aumentará. Para atingir a concentração e adquirir unidirecionalidade, você deve se submeter a algum nível de esforço. 
Você deve fixar sua mente no Senhor e manter fora do plano mental todos os outros pensamentos. Por realizar tal exercício constantemente, sua visão estará firmemente fixa no Senhor que reside em seu coração. Isto é, na verdade, o objetivo, a fruição plena da meditação.”

Sathya Sai
Om Sai Ram!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Pensamento para o dia 28/09/2011



“Upasana significa obtenção da presença Divina e conquista da bem-aventurança da adoração. A tradição védica admite quatro caminhos como legítimos e fecundos para se obter essa conquista: Sathyavathi, Angavathi, Anyavathi e Nidaanavathi. Vamos considerar hoje o caminho de Sathyavathi. A escritura define o Divino assim: o Atma é imanente em todos os lugares, assim como a manteiga permeia cada gota de leite (Sarva vyaapinam aatmaanam, ksheere iva sarpith arpitham). Quando o buscador persegue a verdade com tal convicção, suas práticas espirituais são chamadas Sathyavathi (baseadas na Verdade). O Senhor declara: “Em Minha forma latente Eu estou em toda a Criação, operando o mistério. Veja em Mim todos e veja todos como Eu”. O Senhor promete essa visão de imanência e transcendência a quem quer que, com sinceridade, persista nesse caminho de Sathyavathi.”
Sathya Sai

Om Sai Ram!

domingo, 25 de setembro de 2011

Pensamento para o Dia 25/09/2011



“Lembre-se de que os sentidos não podem fazer nada por si só; eles não são independentes. Se a mente está sob controle, os sentidos também podem ser controlados. Algumas pessoas submetem-se a simples ascetismo dos sentidos a fim de controlar a mente! Eles ignoram a disciplina real que é necessária - a destruição dos desejos. Por mais sentinela vigilante que se possa ser, um ladrão inteligente ainda pode roubar de uma centena de maneiras surpreendentes. 
Da mesma forma, por mais habilmente que você possa tentar controlar os sentidos, a mente irá arrastá-los para seu lado e executar seus desejos através deles. Se apenas a porta externa é fechada e a porta interna é deixada destrancada, a calamidade é certa. Portanto, o aspirante deve estabelecer o domínio sobre os sentidos externos. Mas a mente também precisa ser controlada por meio de Shanti (paz) e Vairagya (renúncia). Quando isso for feito, pode-se experimentar Ananda (bem-aventurança espiritual) e visualizar o Atma (Eu Divino) interior, em cada momento.”

Sathya Sai

Om Sai Ram!

sábado, 24 de setembro de 2011

O Que é o Budismo?

O Budismo é uma filosofia de vida baseada integralmente nos profundos ensinamentos do Buda para todos os seres, que revela a verdadeira face da vida e do universo.

Quando pregava, o Buda não pretendia converter as pessoas, mas iluminá-las. É uma religião de sabedoria, onde conhecimento e inteligência predominam.

O Budismo trouxe paz interior, felicidade e harmonia a milhões de pessoas durante sua longa história de mais de 2.500 anos.

O Budismo é uma religião prática, devotada a condicionar a mente inserida em seu cotidiano, de maneira a leva-la à paz, serenidade, alegria, sabedoria e liberdade perfeitas. Por ser uma maneira de viver que extrai os mais altos benefícios da vida, é freqüentemente chamado de "Budismo Humanista".

Fonte:
Ensinamentos Fundamentais do Budismo Ch'an
http://hsingyun.dharmanet.com.br/buddhismo.htm

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Pensamento para o Dia 22/09/2011


“Há muitas entradas para um templo. Elas servem para que os devotos possam entrar e adorar o Deus consagrado lá dentro. Da mesma forma, para o templo do corpo humano, há cinco portões - os cinco sentidos. Qual é o propósito destas portas? Se construimos uma casa e erguemos portas, são para o uso de nossos amigos e parentes.

Se qualquer animal perdido tentar entrar, as portas estarão fechadas para eles. Da mesma forma, as portas neste corpo sagrado devem ser mantidas abertas apenas para os bons e divinos visitantes. Só então ele merece o nome Kshetra (santuário). Ele deixa de ser um templo se objetos profanos são autorizados a entrar. Não apenas o que é consumido pela boca vai para o corpo. Os outros órgãos dos sentidos como os olhos, os ouvidos, o nariz e as mãos também "consomem" coisas do mundo exterior. Você deve conduzir alimentos Satwicos (puros) por todos os cinco órgãos dos sentidos.”

Sathya Sai

Om Sai Ram!

As seis perfeições

As Quatro Nobres Verdades são o fundamento do Budismo e entender o seu significado é essencial para o autodesenvolvimento e alcance das Seis Perfeições, que nos farão atravessar o mar da imortalidade até o nirvana.
 

As Seis Perfeições consistem de:
  1. Caridade. Inclui todas as formas de doar e compartilhar o Dharma.
  2. Moralidade. Elimina todas as paixões maléficas através da prática dos preceitos de não matar, não roubar, não ter conduta sexual inadequada, não mentir, não usar tóxicos, não usar palavras ásperas ou caluniosas, não cobiçar, não praticar o ódio nem ter visões incorretas.
  3. Paciência. Pratica a abstenção para prevenir o surgimento de raiva por causa de atos cometidos por pessoas ignorantes.
  4. Perseverança. Desenvolve esforço vigoroso e persistente na prática do Dharma.
  5. Meditação. Reduz a confusão da mente e leva à paz e à felicidade.
  6. Sabedoria. Desenvolve o poder de discernir realidade e verdade.
A prática dessas virtudes ajuda a eliminar ganância, raiva, imoralidade, confusão mental, estupidez e visões incorretas. 

As Seis Perfeições e o Nobre Caminho Óctuplo nos ensinam a alcançar o estado no qual todas as ilusões são destruídas, para que a paz e a felicidade possam ser definitivamente conquistadas. 

 Om Sai Ram!
Fonte: Ensinamentos Fundamentais do Budismo Ch'an
http://hsingyun.dharmanet.com.br/buddhismo.htm

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Venha celebrar "NAVARATRI", ocasião mais auspiciosa para as práticas espirituais onde reverenciamos os aspectos femininos de Deus: Durga, Lakshmi e Saraswati.
A Recitação do Sri Lalita Sahasranama, prática dos Mil Nomes, será realizada durante 9 dias seguidos, no Centro Amma Rio

(Rua Ataulfo de Paiva, 706 sala 501, Leblon),
das 20h00** às 21h00,
dos dias 28 de setembro a 07 de outubro de 2011.

Os PUJAS serão realizados nos dias:
30 de setembro, 03, 06 e 07 de outubro.
**Obs.: Aos sábados e domingos, horário especial!
17h30 às 19h00.

Venham participar, todos são bem vindos!
Informações: Centro Amma Rio
Aradhana - (21) 4042-6987 e 8858-2709
www.ammabrasil.org

sábado, 17 de setembro de 2011

O Caminho que leva à Cessação do Sofrimento

Cessação do Sofrimento


A cessação do sofrimento advém da eliminação total da ignorância e do desapego à ganância e aos desejos, alcançando um estado de suprema bem-aventurança ou nirvana, onde todos os sofrimentos são extintos.


O Caminho que leva à Cessação do Sofrimento.
O caminho que leva à cessação do sofrimento é o Nobre Caminho Óctuplo.
O Nobre Caminho Óctuplo consiste de:
  1. Compreensão Correta. Conhecer as Quatro Nobres Verdades de maneira a entender as coisas como elas realmente são.
  2. Pensamento Correto. Desenvolver as nobres qualidades da bondade amorosa e da aversão a prejudicar os outros.
  3. Palavra Correta. Abster-se de mentir, falar em vão, usar palavras ásperas ou caluniosas.
  4. Ação Correta. Abster-se de matar, roubar e ter conduta sexual indevida.
  5. Meio de Vida Correto. Evitar qualquer ocupação que prejudique os demais, tais como tráfico de drogas ou matança de animais.
  6. Esforço Correto. Praticar autodisciplina para obter o controle da mente, de maneira a evitar estados de mente maléficos e desenvolver estados de mente sãos.
  7. Plena Atenção Correta. Desenvolver completa consciência de todas as ações do corpo, fala e mente para evitar atos insanos.
  8. Concentração Correta. Obter serenidade mental e sabedoria para compreender o significado integral das Quatro Nobres Verdades.
Aqueles que aceitam este Nobre Caminho como um estilo de vida viverão em perfeita paz, livres de desejos egoístas, rancor e crueldade. Estarão plenos do espírito de abnegação e bondade amorosa.



 Fonte: http://hsingyun.dharmanet.com.br/buddhismo.htm

“No início, a criança é levada ao mundo do conhecimento quando ele é aceito por um Guru, a quem ele deve servir e obedecer sem se sentir sobrecarregado. Mais tarde, o jovem deve compartilhar com a sociedade os meios e as ações para seu progresso e segurança. Nessa etapa deve-se começar a ganhar seu sustento e aprender a gastá-lo sabiamente. O jovem deve, por exemplo, orientar os mais jovens na direção correta e, ao mesmo tempo, aprender com os anciões lições para seu próprio progresso. Ele deve fazer boas ações simplesmente pela alegria que elas conferem. Entenda que a prática desenvolve a sabedoria, assim como a leitura aumenta o conhecimento. O jovem deve cultivar humildade, reverência, devoção a Deus e fé inabalável. Junto com ganhar dinheiro e servir a sociedade, atenção deve ser dada às virtudes e moralidade através de um comportamento reto e de práticas espirituais (sadhana). 
Todo o ser do indivíduo deve ser purificado e então dirigido para o caminho da obra sagrada.”

Sathya Sai

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Ciclos de Vida - Astral

ENTENDENDO OS CICLOS:

É o processo, em etapas, do desenvolvimento natural da vida onde a um crescimento sempre corresponderá uma mudança de nível, que por si só, estabelecerá uma crise e a necessidade de uma mudança de atitudes.

Quando o ciclo vital de um indivíduo se interrompe ou se desloca, há o aparecimento do sintoma. O sintoma é um sinal de inabilidade do indivíduo e de seu sistema em superar uma etapa do ciclo vital.

Anteriormente, a Psicologia Clínica era voltada para o mundo interno e na medida em que foi descoberta a importância do contexto e a sua influência nas relações humanas, os ciclos passaram a ser percebidos como expressões de interpelações que cumprem propósitos comuns a um sistema.

Os ciclos são padrões arquetípicos simples e estruturais que fornecem as tendências gerais no desenvolvimento das qualidades humanas e de seu potencial. O significado dos ciclos é auxiliar para compreensão de nossas ações e reações.
O ciclo de vida vai favorecer ou desfavorecer. Então, quanto mais no tempo de vida fizermos as escolhas pertinentes ao ciclo, maior a nossa chance de realização. É ter a vida trabalhando a nosso favor.

Ciclos vitais: Ciclo astral - de 7 em 7 anos, que faz correspondência conjugal
Ciclo espiritual - de 10 em 10 anos
Ciclo biológico - de 12 em 12 anos

Os ciclos abaixo se alternam a cada 7 anos (selênio) e o processo de crescimento poderá ser acelerado ou retardado.

Características do ciclos:

1. De 0 a 07 anos - palavra-chave : respirar. Formação do corpo físico. Vivência com família, escola e colegas. Demarcação de limites para a criança.

2. De 07 a 14 anos - palavra-chave : possuir. Formação do corpo emocional. Depende do aprendizado anterior. Inserida ainda na escola e família, a criança adquire amigos. Formação do próprio ritmo na construção da personalidade e no controle do corpo físico. Responsabilidade é compartilhada com os pais. Forma-se o corpo astral.

3. De 14 a 21 anos - palavra-chave : conhecer. Formação do corpo mental. Aprendizado do controle emocional. Começa a procura de integração, uma vez que o jovem não se sente completo. Responsabilidade pessoal, embora em momentos ainda dividida com os pais.

4. De 21 a 28 anos - palavra-chave : estabelecer. Formação do corpo mental abstrato.
Este ciclo pode favorecer :
a) consolidação da vida e preenchimento de expectativas;
b) período de instabilidade e rebelião contra a família e exigências sociais.
c) Início da relação entre Corpo e Alma.

5. De 28 a 35 anos - palavra-chave : desapegar. Ponto de transição. Ciclo basicamente ligado aos anteriores. Os acontecimentos deste ciclo podem se tornar um padrão na vida da pessoa. O indivíduo volta-se para um potencial maior, criativo, ou cai em repetições.

6. De 35 a 42 anos - palavra-chave : progredir. Ponto de abertura. Tanto aqui o indivíduo pode se cristalizar, quanto evoluir, dependendo da abertura de sua alma.
- A partir dos 35 anos, cada ano de vida se relacionará com anos já vividos e com experiências tidas.

7. De 42 a 49 anos - palavra-chave : relacionar. Ponto de revisão de valores e da própria vida. O indivíduo se acomoda ou muda radicalmente.

8. De 49 a 56 anos - palavra-chave : renovar. Ponto de decisão. Pode trazer a cristalização mental que bloqueará o poder de mudar a própria vida.

9. De 56 a 63 anos - palavra-chave : compreender. Período de análise. Caracterizado pela falta de regra fixa pelo infinito de variedades vividas, dependendo também do corpo físico, das forças vitais e da situação mental. O que determinará o encaminhamento da vida é a experiência.

10.De 63 a 70 anos - palavra-chave: alcançar. Período de síntese. Dá a chance de profundidade no conhecimento, quer da própria vida, quer do carma.


B) OS CICLOS E AS CASAS ASTROLÓGICAS:

1º ciclo : Casa 1 (Áries) - Individualidade. Nasce o corpo físico.

2º ciclo : Casa 2 (Touro) - Valores, posses, dinheiro e recursos. A criança aprende a se alimentar.

3º ciclo : Casa 3 (Gêmeos) - Comunicação. A criança já se comunica melhor. É tagarela e curiosa.

4º ciclo : Casa 4 (Câncer) - Raízes : relações com família de maneira pessoal. Criança entende quem é quem na família.

5º ciclo : Casa 5 (Leão) - A criança se torna o "reizinho" e adquire coordenadora motora.

6º ciclo : Casa 6 (Virgem)- Trabalho e saúde. A criança aprende a cuidar da própria saúde (dentes, corpo, alimentação) e gosta de executar pequenas tarefas.

7º ciclo :casa 7 (Libra)- Relação com o outro. A criança lida com escola e reconhece pessoas que são da família e as que não são. Dá-se a primeira descoberta do sexo oposto (primórdio da relação amorosa).

8º ciclo :Casa 8 (Escorpião)- Casa dos valores, sexualidade, morte. É quando a criança começa viver medos de perder pessoas e coisas que gosta. Também vive receios ligados à sua própria vida e morte, sua sobrevivência e de sua família.

9º ciclo : Casa 9 (Sagitário)- Casa das idéias , dos porquês e para quês da existência. A criança introduz em sua vida o respeito ético.

10º ciclo : Casa 10 (Capricórnio)- Casa do sucesso social e profissional.Dá-se a primeira formatura, o "vestibular" para um novo colégio. Já locomove-se socialmente.

11º ciclo : casa 11 (Aquário)- Casa das amizades. É quando efetivamente a criança escolhe amigos para durarem por quase toda a sua vida. Elege amigo confidente e tentará manter esta relação de forma duradoura.

12º ciclo : casa 12 (Peixes) - Síntese. A criança faz um encerramento, retira-se para o seu quarto, fala pouco, faz o primeiro balanço da vida. Se viveu as etapas anteriores de forma harmônica passará suavemente por esta fase. Caso contrário, empacará onde não transpôs o aprendizado. Época das repetições escolares.

- Aos 12 anos há um fechamento e recomeço da mandala e há uma revivência das 12 etapas durante 7 anos (ou no máximo 10 anos).
- Aos 63 anos o indivíduo deixará de ser cultural e retornará a ser natureza. -
Aos 70 anos, a pessoa deverá ter comando sobre sua vida, que será religada à natureza e não terá mais projetos sociais. Reconecta-se com a natureza e se prepara para a ela voltar. Se o indivíduo não "caminhou" bem pelos ciclos, pode desesperar-se e caducar. A pessoa fica velha, caduca, ao invés de antigo e sábio.

C) A idade ligada aos planetas:

Lua - de 0 aos 7 anos = infância, formação da personalidade
Mercúrio - de 7 aos 14 anos = curiosidade e aprendizagem
Vênus - de 14 aos 21 anos = amor e vaidade
Sol - de 21 aos 42 anos = realização, definição na vida e crises
Marte - de 42 aos 49 anos = psiquê, energia, agressividade
Júpiter - de 49 aos 56 anos = recompensa, fartura, tranqüilidade
Saturno - de 56 aos 63 anos = seriedade, respeito, profundidade
Lua - de 63 anos em diante = a lua traz e leva. Todo velho tem um pouco de criança.


Bibliografia:
- Howard Sasportas : As doze casas
- Curso Zélia Nascimento

Texto: Jaqueline Cássia de Oliveira - Curso de Pensamento e Prática Sistêmica

Pensamento para o Dia 14/09/2011

"O corpo é a oficina mais maravilhosa do mundo inteiro, pois é o templo do Senhor. Nessa “fábrica espiritual”, os impulsos devem ser sublimados, as impurezas devem ser eliminadas e as boas tendências nutridas.
A erradicação dos impulsos é a meta aqui, embora isto seja uma tarefa muito difícil. Enquanto substâncias tóxicas o escravizam apenas temporariamente, os impulsos podem dominá-lo por uma vida inteira! Mas eles podem ser superados com força de vontade, fé e determinação.
Não desista, seja qual for a dificuldade que você possa enfrentar nessa luta. O propósito da meditação é alcançar a liberdade desses impulsos poderosos e variados.”

Sathya Sai

terça-feira, 13 de setembro de 2011

A Alegria na Tristeza - Martha Medeiros



O poema diz que a gente pode entristecer-se por vários motivos ou por nenhum motivo aparente, a tristeza pode ser por nós mesmos ou pelas dores do mundo, pode advir de uma palavra ou de um gesto, mas que ela sempre aparece e devemos nos aprontar para recebê-la, porque existe uma alegria inesperada na tristeza, que vem do fato de ainda conseguirmos senti-la.

Pode parecer confuso mas é um alento. Olhe para o lado: estamos vivendo numa era em que pessoas matam em briga de trânsito, matam por um boné, matam para se divertir. Além disso, as pessoas estão sem dinheiro. 

Quem tem emprego, segura. Quem não tem, procura. Os que possuem um amor desconfiam até da própria sombra, já que há muita oferta de sexo no mercado. E a gente corre pra caramba, é escravo do relógio, não consegue mais ficar deitado numa rede, lendo um livro, ouvindo música. Há tanta coisa pra fazer que resta pouco tempo pra sentir.

Por isso, qualquer sentimento é bem-vindo, mesmo que não seja uma euforia, um gozo, um entusiasmo, mesmo que seja uma melancolia. Sentir é um verbo que se conjuga para dentro, ao contrário do fazer, que é conjugado pra fora.
Sentir alimenta, sentir ensina, sentir aquieta. Fazer é muito barulhento.

Sentir é um retiro, fazer é uma festa. O sentir não pode ser escutado, apenas auscultado. Sentir e fazer, ambos são necessários, mas só o fazer rende grana, contatos, diplomas, convites, aquisições. Até parece que sentir não serve para subir na vida.

Uma pessoa triste é evitada. Não cabe no mundo da propaganda dos cremes dentais, dos pagodes, dos carnavais. Tristeza parece praga, lepra, doença contagiosa, um estacionamento proibido. 
Ok, tristeza não faz realmente bem pra saúde, mas a introspecção é um recuo providencial, pois é quando silenciamos que melhor conversamos com nossos botões. 

E dessa conversa sai luz, lições, sinais, e a tristeza acaba saindo também, dando espaço para uma alegria nova e revitalizada. 
Triste é não sentir nada.

O título desse texto na verdade não é meu, e sim de um poema do uruguaio Mario Benedetti. No original, chama-se "Alegría de la tristeza" e está no livro "La vida ese paréntesis" que, até onde sei, permanece inédito no Brasil. (http://dioxavier.blogspot.com/2010/11/alegria-na-tristeza-martha-medeiros.html)

Karma e a Lei de Causa e Efeito


Buda ensinou...


Uma pessoa é uma combinação de matéria e mente. O corpo pode ser encarado como uma combinação de quatro componentes: terra, água, calor e ar; a mente é a combinação de sensação, percepção, idéia e consciência. O corpo físico — na verdade, toda a matéria na natureza – está sujeito ao ciclo de formação, duração, deterioração e cessação.


O Buda ensinou que a interpretação da vida através de nossos seis sensores (olhos, ouvidos, nariz, língua, corpo e mente) não é mais do que ilusão. Quando duas pessoas experimentam um mesmo acontecimento, a interpretação de uma, pode levar à tristeza, enquanto a da outra, pode levar à felicidade. É o apego às sensações, derivadas desses seis sentidos, que resulta em desejo e ligação passional, vida após vida.


O Buda ensinou que todos os seres sencientes estão em um ciclo contínuo de vida, morte e renascimento, por um número ilimitado de vidas, até que finalmente alcancem a iluminação. 

Os budistas acreditam que os nascimentos das pessoas estão associados à consciência proveniente das memórias e do karma de suas vidas passadas. "Karma" é uma palavra em sânscrito que significa "ação, trabalho ou feito". Qualquer ação física, verbal ou mental, realizada com intenção, pode ser chamada de karma. Assim, boas atitudes podem produzir karma positivo, enquanto más atitudes podem resultar em karma negativo. 

A consciência do karma criado em vidas passadas nem sempre é possível; a alegria ou o sofrimento, o belo ou o feio, a sabedoria ou a ignorância, a riqueza ou a pobreza experimentados nesta vida são, no entanto, determinados pelo karma passado.

Neste ciclo contínuo de vida, seres renascem em várias formas de existência. Há seis tipos de existência: Devas (deuses), Asuras (semideuses), Humanos, Animais, Pretas (espíritos famintos) e Seres do Inferno. Cada um dos reinos está sujeito às dores do nascimento, da doença, do envelhecimento e da morte. 

O renascimento em formas superiores ou inferiores é determinado pelos bons ou maus atos, ou karma, que foi sendo produzido durante vidas anteriores. Essa é a lei de causa e efeito. Entender essa lei nos ajuda a cessar com todas nossas ações negativas.

Fonte: Ensinamentos Fundamentais do Budismo Ch'an
http://hsingyun.dharmanet.com.br/buddhismo.htm

Pensamento para o Dia 13/09/2011

“Enquanto a alma liberta supera os impulsos, uma pessoa comum cultiva-os. Pode-se usar impulsos puros para remover os impuros, mas no devido tempo se deve descartá-los também, assim como o espinho que é usado para remover outro espinho também é jogado fora. Se você deseja alcançar a Auto Realização, não é suficiente controlar os impulsos; você deve extirpá-los completamente. 


Assim como os negativos, os impulsos bons também levam a escravidão. Isso significa que mesmo o mais puro desejo - ânsia por libertação-, deve ser abandonado eventualmente. Deve-se atingir o estágio onde nem bom nem ruim atrai ou repele, pois uma algema é uma algema, seja ela de ferro ou de ouro. Então, se você deseja realizar Deus, você deve erradicar seus impulsos, conter a mente e se esforçar para compreender o Princípio Divino fundamental.”


Sathya Sai


Om Sai Ram!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Pensamento para o Dia 08/09/2011

“A árvore gigante chamada mente possui duas sementes: impulso (Vasana) e respiração (Prana). A semente se torna árvore; a árvore produz a semente. A respiração se move por causa dos impulsos; os impulsos agem por causa da respiração. Se um desses é destruído, o outro também é. Então, para purificar os impulsos e tornar a mente livre das influências negativas; a ignorância (Ajnana) deve ser convertida.

A ignorância não existe sozinha; ela tem um filho: o ego ou egoísmo (Ahamkara), um demônio. Esse demônio tem dois filhos, apego ou paixão (Raga) e impulso (Vasana). Eles são irmãos estreitamente relacionados. Através do apego, têm-se os sentimentos de eu e meu; os sentimentos provocam o desejo e os desejos geram preocupação. Portanto, você deve remover o ego e o apego e os impulsos devem ser aniquilados. Através de meditação e de práticas espirituais, você pode superar a ignorância, o ego, o apego e purificar os impulsos. Isso o tornará liberto.”

Om Sai Ram
Baba di Shirdi

Sathya Sai

domingo, 4 de setembro de 2011

Pensamento para o Dia 5 de Setembro

“Professores! Vocês devem inspirar seus alunos pelo seu exemplo. Devem combinar a prática com o preceito, como o instrutor físico que demonstra os exercícios que os alunos devem realizar. Transmitam aos seus alunos os ensinamentos de almas grandes e nobres.

A educação deve ser para a elevação. Não deve ser para a obtenção de diplomas para ganhar a vida, mas deve ser uma preparação para uma vida benéfica. Vocês devem ensinar aos alunos a observância da disciplina, da humildade e do respeito, e incutir neles o espírito de serviço à sociedade e o senso de companheirismo. Façam seus alunos absorverem confiança e coragem.

Unifique-os através do amor. Que não haja espaço para ciúme, raiva ou ódio dentro de vocês. Ensinem aos alunos os três P’s: Pureza, Paciência e Perseverança. Armado com essas três qualidades, seus alunos podem proteger a nação melhor do que qualquer exército ou bombas atômicas. Quando a Verdade e a Justiça forem protegidas, a nação estará segura.”

Sathya Sai

Apelo ao divino

Os principais sistemas de crença fazem da oração uma reverência

  BUDISTAS
Tanto em casa quanto no templo, a prece é feita diante de um relicário com a imagem de Buda, cercado de velas, incenso e flores. Para rezar, o budista junta as mãos, se ajoelha e se curva três vezes diante da imagem. Depois, faz as oferendas (flores, velas e alimentos), que simbolizam o ciclo da vida, a luz dos ensinamentos e a gratidão

CATÓLICOS
A religião contém duas orações básicas; o Pai Nosso e a Ave Maria. Muitas vezes, o fiel reza com o rosário de 165 contas, correspondente a 15 vezes a primeira prece e 150 a segunda. Ao terminar, faz o sinal da cruz. O católico geralmente reza ajoelhado, com as mãos unidas.

JUDEUS
As preces estão na chamada Torá, o livro sagrado do Judaísmo, e podem ser seguidas pelo pedido de perdão, feito diretamente a Deus, sem intermediários. Sentado no banco da sinagoga, cada fiel tem seu próprio livro de orações. Conforme a seqüência de preces, ele alternadamente levanta-se e se ajoelha, depois volta a sentar. Os homens têm de usar uma pequena touca, o solidéu, em sinal de respeito a Deus

HINDUÍSTAS
Não existem regras no Hinduísmo, mas em geral o devoto reza sentado sobre uma almofada na famosa posição de lótus: com as pernas cruzadas e a coluna e a cabeça eretas. Antes de iniciar a prece, ele fecha os olhos e coloca as mãos sobre as pernas. Alguns usam um rosário de 108 contas

MUÇULMANO
O fiel deve rezar todo dia em cinco horários: 5:00, 12:30, 16:00, 18:30 e 20:00. Para isso, ele entra na mesquita sem sapatos e se encaminha à Sala de Oração, que ocupa a ala de um jardim aberto. No centro do jardim, fica o poço de purificação, para ele se lavar antes da prece. No muro que dá para Meca há um nicho, o mihab, que indica a direção para a qual se deve rezar. Durante a oração, o fiel se inclina para a frente, prostrado no chão, em sinal de respeito ao Criador. A testa toca o tapete especial para esse ritual (cada um deve ter o seu e cuidar de mantê-lo sempre bem limpo)

Om Sai Ram!

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-rezam-as-diferentes-religioes-do-mundo

Pensamento para o Dia 4 de Setembro

“A realização da vida consiste na realização do Atma-sakshathkara (Eu Divino). Para conseguir essa realização, deve-se estar inteiramente livre dos impulsos (Vasanas). 

Moksha (Libertação) é, no verdadeiro sentido do termo, a liberdade da escravidão desses impulsos.
Essas tendências são de dois tipos: benéficas e maléficas. 

As tendências benéficas estão saturadas com santidade; as maléficas alimentam a mente e a tornam mais e mais incontrolável e instável; elas se espalham e fortalecem o desejo de prazer material. 

Se os impulsos benéficos (Vasanas Shubha) são incentivados e cultivados, os impulsos maléficos não se multiplicam e não aprisionam a mente por tempo indeterminado; eles assemelham-se a sementes fritas que não brotarão. 

Se você se fixar aos impulsos beneficentes, você pode facilmente adquirir o conhecimento do Divino.

Ilustrações de impulsos benéficos são um resultado de atividades como a associação com Mahatmas (grandes almas), reverência ao grande, conversa com ele, seguindo seus conselhos e praticando a caridade, fortaleza, amor, paciência, verdade, coragem, continência, não violência , etc.”


 
 Sathya Sai

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Como rezam as diferentes religiões do mundo?


A prece é um elemento universal da espiritualidade humana, encontrada em todas as tradições religiosas. Cada uma delas segue seus próprios rituais, mas o objetivo é o mesmo: comunicar-se com a divindade, em uma atitude de devoção e máximo respeito.

"Antes mesmo de existirem sistemas de crença constituídos, o ser humano proferia palavras de apelo ao Criador, sempre com o sentido mágico de obter paz interior e alívio para o sofrimento", diz a antropóloga Liana Maria Sálvia Trindade, da Universidade de São Paulo (USP), especializada no estudo das religiões. Conforme a doutrina, o rito pode incluir ainda adereços especiais. No Judaísmo, por exemplo, é obrigatório o uso do solidéu.

"O homem tem que ser humilde diante de Deus, jamais pode mostrar a cabeça dentro da sinagoga ou quando reza", diz o rabino Yekuda Busquila, da Congregação Israelita de São Paulo. Os muçulmanos, por sua vez, pedem graças ao Criador depois de rezar, ato que, entre eles, obedece a uma série de regras. O fiel tem que orar sempre voltado para a Meca, cidade da Arábia Saudita onde está seu principal santuário. Além disso, só é permitido rezar em locais limpos, daí a utilização de um pequeno tapete. "Ele pode ser carregado para qualquer parte e é uma garantia de que se está rezando sobre um local puro, já que o dono do tapete sabe que ele está limpo", explica o xeique Ali Abdune, presidente da Assembléia Mundial da Juventude Islâmica. 

Já no Catolicismo, o ritual pode ser feito tanto em particular quanto na igreja, durante a missa. Ao final da prece, é obrigatório fazer o sinal da cruz. "Jesus Cristo ensinou assim e por isso devemos seguir esse preceito", afirma o padre Eduardo Coelho, da Arquidiocese de São Paulo.

No Budismo, a oração busca não só aproximar o homem de uma realidade superior, como ajudar o praticante a desenvolver qualidades típicas do Buda como a calma, a alegria e o amor. "É uma forma de trazer bênçãos protetoras para o dia-a-dia, apesar de nem todas as vertentes do Budismo adotarem a prece", diz Peter Harvey, professor de Estudos Budistas da Universidade de Sunderland, na Inglaterra.
 
Sua religião-mãe, o Hinduísmo, também não prevê uma forma única de orar. Para eles, a prece é importante, mas não obrigatória. "Nessa conversa mental com a divindade, o hindu fecha os olhos para que todos os seus sentidos fiquem voltados para seu mundo interior. Assim, ele pode ascender a patamares mentais superiores", afirma Swami Nirmalatmananda, presidente do templo Hama Krishna Vedanta, em São Paulo.

Om Sai Ram!
Série: Religiões